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O número de veículos motorizados, em circulação dentro de cada um dos concelhos da A.M.P. (Fig. 6 e Fig. 80 a 86), permite estimar, com razoabilidade, uma degradação da qualidade do ar na "copa urbana", nomeadamente, por NO2, bastante superior à registada em qualquer das três estações automáticas da DRA-Norte.

ver figura
Fig. 140 - Número de dias com NO e NO2 acima de 150 µg/m3, na A.M.P., entre Janeiro de 1993 e Dezembro de 1996.

ver figura
Fig. 141 - Emissões para a atmosfera, calculadas para um tráfego médio diário de 306 000 veículos/dia56, (Monteiro, A., 1997).

  

Todavia, a relação de dependência que o NO tem com o ozono, (in)disponível junto às ruas com maiores congestionamentos de tráfego, para se transformar em NO2 ou em qualquer outro NOx, recomendaria uma distribuição dos postos de monitorização que permitisse avaliar, quer a degradação da qualidade do ar à microescala (secção de uma rua), quer à escala regional (área urbana vs área não urbana).


56.Os factores de emissão utilizados foram os do Ministry of Health and Environmental Protection, The Hague, 1980, p.64-65. [ continuar ]

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Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Última alteração em: 30-09-2000
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