H.2.1. Formas e magnitudes das "ilhas
de calor" portuenses no Inverno
No período mais frio do
ano, encontram-se, na cidade do Porto, vários mosaicos sobreaquecidos pela morfologia
urbana e pelas inúmeras actividades antrópicas quotidianas típicas de um espaço urbano
desta dimensão. A circulação de bens e pessoas, a iluminação, o aquecimento, a
poluição atmosférica e a forma compacta de muitos dos quarteirões portuenses garantiu
fontes energéticas complementares do Sol, ausente durante a noite e emissor, durante o
dia, de menor energia, nesta época do ano, nesta latitude (Fig. 96 a 113)37.
ver figura
Fig. 96 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 10 de Janeiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 97 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 17 de Janeiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 98 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 21 de Janeiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 99 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 22 de Janeiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 100 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 23 de Janeiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 101 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 27 de Janeiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 102 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 31 de Janeiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 103 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 5 de Fevereiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 104 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 6 de Fevereiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 105 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 12 de Fevereiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 106 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 13 de Fevereiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 107 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 19 de Fevereiro de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 108 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 4 de Março de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 109 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 12 de Março de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 110 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 17 de Março de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 111 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 24 de Março de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 112 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 25 de Março de 1998 em relação ao Hospital de São João |
ver figura
Fig. 113 Anomalias térmicas na cidade do Porto
no dia 31 de Março de 1998 em relação ao Hospital de São João |
37.Os registos de temperatura
e humidade relativa que permitiram a cartografia, no software SURFER, que adiante se
apresenta, foram efectuados por uma equipa coordenada por mim, Ana Monteiro, mas na qual
participaram o Mestre Engº Joaquim Góis do Departamento de Engenharia de Minas da FEUP,
estudantes da disciplina de Climatologia do curso de Geografia da FLUP e estagiários
PRODEP da FLUP e da FEUP. [ continuar
]
[ anterior ][ índice ][ próxima ] |