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A densificação e a diversidade da rede de comunicações, a utilização de maiores volumetrias no espaço construido, permitiu aproximar as pessoas e as actividades, mas afastou os lugares de produção de alimentos, de abastecimento de água, de fornecimento de energia, de extracção de materias de construção, etc.

A aglomeração de pessoas, de actividades industriais e o aumento de tráfego rodoviário e ferroviário, criou fluxos adicionais de energia para a baixa troposfera e a emissão de um autêntico cocktail de gases e partículas para a atmosfera.

Apesar dos avanços tecnológicos permitirem aos Homens resguardarem-se cada vez melhor das hostilidades do meio, não tem sido (nem será!), possível evitar os inúmeros impactes negativos, directos e indirectos, gerados por este modelo de organização de pessoas e actividades no Ecossistema

As manifestações de alteração climática, nomeadamente a ocorrência de alguns paroxismos, o agravamento de inúmeras patologias do foro respiratório, alergológico e respiratório, corporizam alguns dos melhores exemplos da inadaptação, do Homem e do Ecossistema que integra, a este assalto desenfreado aos recursos naturais protagonizado pelos processos de urbanização.

A qualidade do ar, o clima e a saúde são excelentes vértices de apreciação do complexo polígono relacional, cujo conhecimento e equilíbrio, é imprescindível, na busca de modelos de organização de espaços urbanizados sustentáveis.

A ser verdade, esta relação de causalidade, deverão ser já evidentes na qualidade do ar, no clima e na saúde dos portuenses, os impactes gerados pelo aumento do número de utentes da A.M.P. e dos equipamentos, infraestruturas e actividades a eles associados (Fig. 611 e 7).

 ver figura
Fig. 6 – Contagem de Tráfego o na Área Metropolitana do Porto


11.A Gasolina consideraram-se apenas os automóveis ligeiros e a Gasóleo consideraram-se os ligeiros de mercadorias e todos os pesados.
Os postos de contagem têm a seguinte localização:

Posto 1 - EN 205, Km 3
Posto 2 - EN 104, Km 1,85
Posto 3 - EN 104, Km 5
Posto 4 - EN 107, Km 4,62
Posto 5 - EN 107, Km 2,15
Posto 6 - EN 14, Km 5,8
Posto 7 - EN 12, Km 3,2
Posto 8 - EN 13, Km 0,64
Posto 9 - EN 12, Km 7,5
Posto 10 - A 3, Km 0,05
Posto 11 - A 1, Km 306,7
Posto 12 - EN 12, Km 15,5
Posto 13 - EN 105, Km 2,55
Posto 14 - EN 15, Km 3,2
Posto 15 - EN 1, Km 301,9
Posto 16 - EN 12, Km 16,75
Posto 17 - EN 109, Km 6,7
Posto 18 - A 1, Km 300,4
Posto 19 - EN 1, Km 298,6 [ continuar ]

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Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Última alteração em: 16-12-2000
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