Conversas Cruzadas (Encontros com Criadores)
19 Junho 2010 | Biblioteca Municipal Almeida Garrett

©João Tuna

Nuno Carinhas
nasceu em Lisboa, em 1954. Pintor, cenógrafo, figurinista e encenador.
É membro da Sociedade Portuguesa de Autores. Estudou Pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Como encenador, destaca-se o trabalho realizado com o TNSJ e com estruturas como Cão Solteiro, ASSéDIO, Ensemble, Escola de Mulheres e Novo Grupo/Teatro Aberto. Entre a extensa lista de companhias e instituições com que colaborou, contam-se também o Teatro Nacional de São Carlos, Ballet Gulbenkian, Companhia Nacional de Bailado, A Escola da Noite, Teatro Bruto, Teatro Nacional D. Maria II, São Luiz Teatro Municipal, Chapitô e Os Cómicos. Como cenógrafo e figurinista, tem trabalhado com criadores como Ricardo Pais, Fernanda Lapa, João Lourenço, Fernanda Alves, Jorge Listopad, Paula Massano, Vasco Wellenkamp, Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Joaquim Leitão, entre outros. Nas suas encenações, tem contado com a colaboração de criadores de múltiplas áreas e disciplinas, como João Mendes Ribeiro e Nuno Lacerda Lopes (cenografia); Vera Castro e Ana Vaz (cenografia e figurinos); Bernardo Monteiro, Vin Burnham e Mariana Sá Nogueira (figurinos); Francisco Leal (desenho de som); Nuno Meira, Paulo Graça, Daniel Worm d’Assumpção, Carlos Assis, Dominique Bruguière, João Carlos Coelho e Rui Simão (desenho de luz); Luís Madureira e João Henriques (voz e elocução). Em 2000, realizou a curta-metragem Retrato em Fuga (Menção Especial do Júri do Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente, 2001). Escreveu Uma Casa Contra o Mundo, texto encenado por João Paulo Costa (Ensemble, 2001). Dos espectáculos encenados para o TNSJ, refiram-se a título de exemplo, O Grande Teatro do Mundo, de Calderón de la Barca, trad. José Bento (1996); A Ilusão Cómica, de Corneille, trad. Nuno Júdice (1999); O Tio Vânia, de Tchékhov, trad. António Pescada (2005); Todos os que Falam, quatro “dramatículos” de Beckett, trad. Paulo Eduardo Carvalho (2006); Beiras, três peças de Gil Vicente (2007); e Tambores na Noite, de Bertolt Brecht, trad. Claudia J. Fischer (2009).

É, desde Março de 2009, Director Artístico do TNSJ.


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