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| Apresentação | Objectivos |
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| Comunicações | Objectivos gerais O estudo do comportamento hidrológico de vertentes organizadas em terraços agrícolas. Neste sentido pretende-se avaliar a influência que as características das formações superficiais, enquanto suporte de culturas e palco de todo um conjunto de práticas de cultivo, exercem ao nível dos processos hidrológicos e ao nível da estabilidade de vertentes. Considera-se ainda que a definição da susceptibilidade geomorfológica a movimentos de vertente é um dos objectivos nucleares do projecto. Parte-se do princípio que estas formações, afectadas por processos de edafogénese natural ou antrópica, vão desempenhar um importante papel na infiltração, circulação e armazenamento de água e no escoamento. Neste contexto, propõe-se estabelecer uma análise comparativa entre terraços agrícolas desenvolvidos em áreas graníticas e terraços de substrato metassedimentar, de forma a avaliar o efeito “indirecto” da variável litologia sobre o comportamento hídrico das formações superficiais que dela derivam, e, consequentemente, sobre a instabilidade de vertentes. Objectivos parcelares 1. Evolução demográfica e socio-económica e seu impacto sobre os métodos e técnicas agrícolas em terraços.
2 . Caracterização, inventário e cartografia das diferentes técnicas de construção dos terraços agrícolas. Ao longo do tempo, assistiram-se a profundas mudanças na forma de armar o terreno: devido à praga da Filoxera e, nas últimas décadas do século XX, procurando ultrapassar a falta e o encarecimento da mão-de-obra e os elevados custos de construção/manutenção dos muros de pedra, de forma a manter a viabilidade das explorações numa economia cada vez mais exigente e competitiva. Em consequência, coexistem actualmente nas áreas de inserção do projecto (Baião e Régua) distintas técnicas de armação do terreno. Neste sentido, procedeu-se à inventariação e definição das tipologias de terraços agrícolas existentes nas zonas piloto, activos ou abandonados, tendo ainda em conta as técnicas de cultivo e irrigação utilizadas. Parte-se do princípio de que estas características poderão, em parte, condicionar a ocorrência de movimentos de vertente.
Tendo em conta o ponto anterior, realizou-se igualmente uma inventariação dos movimentos de vertente nas áreas piloto (com base na pesquisa documental e registos de campo). 4. Identificação dos factores permanentes da susceptibilidade geomorfológica a movimentos de vertente: organização da informação geográfica em ambiente de SIG O desenvolvimento de estudos sobre as condições hidrológicas ao nível dos terraços agrícolas, tanto nos granitóides como nos metassedimentos, pretende ser um contributo para o entendimento das condições de ocorrência de movimentos de vertente. Estes estudos permitirão ainda uma análise extrapolativa dos factores geomorfológicos que determinam a evolução actual de vertentes, dado estes conjuntos litológicos ocuparem largas extensões do território do Norte de Portugal. Neste contexto, procedeu-se à elaboração de cartografia de diferentes graus de susceptibilidade geomorfológica, elemento determinante para a definição dos riscos naturais. 5. Monitorização dos processos de escoamento em vertentes, com recurso a áreas experimentais. Relação precipitação/escoamento A precipitação é um factor desencadeante dos movimentos de vertentes, condicionando as características do escoamento. Por seu lado, a organização das vertentes em terraços agrícolas, altera significativamente a disposição das formações superficiais. Em consequência, tal reflecte-se sobre as condições hidrológicas, o que vai interferir na susceptibilidade geomorfológica a movimentos de vertente. Neste sentido, procedeu-se à monitorização dessas condições, em campos experimentais. |
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| Resultados | |||||||||||
| Bibliografia | |||||||||||
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| Objectivos | |||||||||||
| Zonas Piloto | |||||||||||
| Campos Experimentais | |||||||||||