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| Campos Experimentais | |||||||||||||||||||||||
| Apresentação | |||||||||||||||||||||||
Instalaram-se dois campos experimentais, um em Baião e outro na Régua. A escolha destas áreas, prende-se com o facto de se tentar estabelecer uma análise comparativa entre terraços agrícolas desenvolvidos em áreas graníticas (Baião) e terraços de substrato metassedimentar (Peso da Régua). |
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| Comunicações | |||||||||||||||||||||||
| Resultados | |||||||||||||||||||||||
| Bibliografia | |||||||||||||||||||||||
| Parceiros | |||||||||||||||||||||||
| Ligações | |||||||||||||||||||||||
Campo Experimental de Baião Situado no Concelho de Baião, esta área experimental desenvolve-se na bacia da ribeira da Carriça, na Quintas de Tormes e na Quinta de Cedofeita, ambas na freguesia de Santa Cruz do Douro. |
Campo Experimental de Peso da Régua Situado no concelho de Peso da Régua, esta área experimental desenvolve-se na bacia da ribeira da Meia Légua, na Quinta das Hidrângeas, na freguesias do Godim. |
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| Objectivos | |||||||||||||||||||||||
| Zonas Piloto | |||||||||||||||||||||||
| Campos Experimentais | |||||||||||||||||||||||
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| Quinta de Tormes na Zona Piloto de Baião | Quinta de Hidrângeas na Zona Piloto de Peso da Régua |
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| Quinta de Cedofeita na Zona Piloto de Baião | |||||||||||||||||||||||
Metodologia: Os campos experimentais são constituídos por uma estação meteorológica, parcelas de monitorização destinadas essencialmente à quantificação do escoamento em linhas de água de primeira ordem e ainda por um medidor de níveis de escoamento da bacia hidrográfica. Todas as parcelas possuem limnígrafos de balança, associados a um data logger que registam a quantidade de água resultante do escoamento superficial da parcela. |
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| Esquema síntese dos campos experimentais | |||||||||||||||||||||||
Instalaram-se 3 parcelas de erosão fechadas e uma aberta no campo experimental de Baião e 2 parcelas de erosão fechadas e 3 abertas no campo experimental do Peso da Régua. O desenho experimental construído parte do pressuposto que os processos hidrológicos apresentam comportamentos distintos conforme a escala do sistema (Mendiondo, et al., 1997). Por esse motivo, os dados deste trabalho foram recolhidos a várias escalas de análise, na bacia hidrográfica e nos terraços agrícolas. Este procedimento de integração dos dados pretende relacionar todos os factores essenciais à compreensão dos processos hidrológicos a várias escalas, ao nível da bacia hidrográfica. Uma vez definidas as condições de ocorrência e o comportamento dos processos hidrológicos nos terraços agrícolas (vertentes), tentou-se construir um modelo interpretativo da circulação interna da água e dos limiares de instabilidade, para utilizar na definição de critérios da susceptibilidade geomorfológica a movimentos de vertente. Na elaboração desse modelo, à escala da vertente, partiu-se do princípio que a paisagem no seu conjunto pode ser dividida em pequenas unidades no interior das quais ocorrem processos hidrológicos, pedológicos e geomorfológicos semelhantes, que as individualizam (Park et al., 2004). Os campos experimentais foram seleccionados com vista à análise de vertentes organizadas em terraços agrícolas com características semelhantes a áreas de instabilidade de vertentes anteriormente referenciadas (Bateira, C., et al, 2001). Ao nível dos terraços agrícolas, monitorizaram-se as variáveis que afectam a capacidade de infiltração, circulação e armazenamento de água nas parcelas de monitorização, como por exemplo a textura dos materiais constituintes dos terraços agrícolas, através da análise granulométrica das amostras recolhidas de 10 em 10 centímetros de profundidade. A principal vantagem desta metodologia é disponibilizar dados com um intervalo de tempo curto (10 minutos), que permite comparar com grande pormenor o comportamento do escoamento nas vertentes (terraços agrícolas) e dos níveis de escoamento nas bacias hidrográficas, tendo em conta as características dos episódios de precipitação e da bacia hidrográfica. |
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