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Dentre as restantes freguesias que registaram pelo menos uma ocorrência de crise asmática, destacam-se Leça do Bailio, S. Mamede de Infesta e Senhora da Hora (em Matosinhos), Águas Santas, Gueifães, Maia, Pedrouços e Vermoim (na Maia), Alfena, Ermesinde e Valongo (em Valongo) e Fânzeres, S. Cosme e S. Pedro da Cova (em Gomdomar), com mais de 6 casos (Fig. 178). É, assim, mais uma vez evidente a concentração da maior parte das ocorrências de crises asmáticas nas freguesias relativamente próximas de Paranhos e consequentemente do HSJ (Fig. 178) O mesmo aconteceu em 1997 (Fig. 179). Neste ano, a freguesia com mais crises asmáticas foi Rio Tinto, com mais de 31 casos, seguida de Campanhã, Paranhos e Ermesinde, com mais de 26 casos cada (Fig. 179). Num total de 320104casos de crises asmáticas registados em 1997 (58105 dos quais ocorreram no Porto), cerca de 32% ocorreram nas freguesias mencionadas. Destacaram-se, ainda, pelo número de casos superior a 6, as freguesias de Leça do Bailio, Matosinhos, S. Mamede de Infesta e Senhora da Hora (Matosinhos), Águas Santas, Gemunde, Gueifães, Pedrouços e Vermoim (Maia), Alfena e Valongo (Valongo) e Baguim do Monte, Fânzeres e S. Pedro da Cova (Gondomar), todas elas relativamente próximas de Paranhos (Fig. 179). Vemos, assim, que a maioria das crianças socorridas na urgência do HSJ com crises asmáticas entre 1992 e 1997 (Fig. 180), são residentes nas freguesias de Campanhã e Paranhos (no concelho do Porto) e nas freguesias de Rio Tinto (e Gondomar) e Ermesinde (na Maia). O total de casos de crises asmáticos registado nestas freguesias entre 1992 e 1997 correspondeu a cerca de 38%106 do total de crises registadas em toda a Área Metropolitana do Porto (2203 casos dos quais 515107 ocorreram no Porto). Um aspecto interessante é o de serem pouco significativos os casos de ocorrência de crises asmáticas nas freguesias a S do Porto. Aliás, só as freguesias de Valbom (em Gondomar) e as de Arcozelo, Canelas, Madalena, Mafamude, S. Félix da Marinha, Stª Marinha, Valadares e Vilar do Paraíso (em Vila Nova de Gaia) é que registaram pelo menos uma crise asmática não se tendo nunca registado mais de 30 casos (Fig. 180). Nas freguesias a N do Porto acontece o contrário. Não se registam mais de 30 casos por freguesia, à excepção das freguesias anteriormente referidas como sendo as que registaram mais crises asmáticas, mas quase todas registaram pelo menos uma crise asmática, entre 1992 e 1997 (Fig. 180). As únicas freguesias que não registaram qualquer crise asmática foram (Fig. 180): Beiriz, Navais, Rates e Terroso (na Póvoa de Varzim) e Arcos, Canidelo, Ferreiró, Outeiro Maior, Parada e Vairão (em Vila do Conde).
Para terminar, é de referir que, no concelho do Porto, as freguesias de S. Nicolau e Vitória também não registaram nenhuma crise asmática no período considerado. Síntese 104.Cerca de 15% do total de crises asmáticas registadas em crianças dos 0 aos 13 anos residentes na Área Metropolitana do Porto entre 1992 e 1997. [ continuar ] 105.Cerca de 18% do total de casos registados em 1997 em crianças dos 0 aos 13 anos residentes na Área Metropolitana do Porto e cerca de 11% do total de casos registados no Porto entre 1992 e 1997. [ continuar ] 106.Dos 2203 casos de crises asmáticas registados entre 1992 e 1997 na Área Metropolitana do Porto, 828 ocorreram nas freguesias de Campanhã, Paranhos, Rio Tinto e Ermesinde. [ continuar ] 107.Cerca de 23% do total de casos registados entre 1992 e 1997 em crianças dos 0 aos 13 anos residentes na Área Metropolitana do Porto. [ continuar ] |
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Faculdade
de Letras da Universidade do Porto. Última alteração em: 30-09-2000 |