A utilização exclusiva
das "sequências de dias críticos" revelaria os pequenos períodos
de tempo com fortes ocorrências de crises asmáticas, por vezes não visíveis
à escala do "mês crítico" (ex. Setembro de 1993), mas esconderia
longas sequências de dias com asma marcadas não por picos de ocorrências
mas pela sua continuidade (ex. Janeiro de 1997).
ver
quadro
Quadro XVII - Comparação
dos resultados obtidos nos "mese críticos" e nas "sequências
críticas" de crises de asma (0-13 anos) provenientes da Área
Metropolitana do Porto
Como principais conclusões
relativas à análise dos internamentos de crianças (0-13 anos),
com crises asmáticas na urgência do HSJ (Porto), provenientes da AMP,
destacamos:
- a existência de uma relação inversa
entre o número de crises asmáticas e a idade das crianças;
- a variação não linear do número
de crises asmáticas registados ao longo deste período;
- o número excepcional de crises
asmáticas registadas em 1993;
- a maior incidência de crises asmáticas
em crianças do sexo masculino;
- o agravamento da patologia nos
meses de Outono e Inverno;
- a importância do número de crises
asmáticas nos meses de Janeiro de 1994 e de Novembro e Dezembro de 1995;
- a necessidade de considerar conjuntamente
os "meses críticos" e as "sequências críticas" no
prosseguimento do estudo, justificada pela importância do número de
casos de crises asmáticas registados nas "sequências críticas"
de Dezembro de 1995 (54 casos), Janeiro de 1994 (39 casos) e Dezembro
de 1993 (32 casos) e no "mês crítico" Dezembro de 1995 (74
casos).
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